Terno Rei leva “Nenhuma Estrela” à Europa em 2026
- Juliana Costa
- 23 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Banda paulista apresenta turnê por seis países, celebrando o novo álbum e sua trajetória de dez anos na música alternativa.
Por Juliana Costa, para a Vivendo de Shows.

O Terno Rei confirma sua turnê europeia em fevereiro e março de 2026, passando por Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra e Irlanda. O quarteto paulistano apresentará canções do novo disco “Nenhuma Estrela” (Balaclava Records, 2025), que já passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba, Londrina, Vila Velha, Guarulhos, Fortaleza, Teresina e Belém.
“Estamos muito empolgados em voltar à Europa pela quarta vez, passando por países que nunca tocamos antes. A cada vez fica mais legal e confortável, então essa tem tudo para ser a melhor”, comenta Ale Sater, compositor, vocalista e baixista.
Formado em 2010, o Terno Rei é referência na música alternativa brasileira contemporânea, transitando por dream pop, pós-punk e rock alternativo. Com letras confessionais e melodias melancólicas, a banda combina sensibilidade e introspecção. O quarteto é formado por Ale Sater (voz/baixo), Bruno Paschoal (guitarra, vocais e sintetizadores), Greg Maya (guitarra e sintetizadores) e Luis Cardoso (bateria e vocais).
O álbum “Nenhuma Estrela” reflete maturidade e inovação. Singles como Nada Igual, Nenhuma Estrela, Pega, Casa Vazia e Acordo exploram atmosferas dos anos 80 e 90, enquanto faixas como Tempo, com vocais de Clara Borges (Paira), remetem a ritmos dançantes à la New Order e Depeche Mode. O disco ainda traz a participação especial de Lô Borges em Relógio, evocando o espírito refinado do Clube da Esquina.
Turnê Europeia 2026:
27/02 – Porto, Hard Club 2 (PT)
28/02 – Lisboa, Lav 2 (PT)
02/03 – Madrid, El Sol (ES)
03/03 – Barcelona, Sala Upload (ES)
05/03 – Paris, La Boule Noire (FR)
06/03 – Amsterdam, Paradiso (NL)
07/03 – London, The Garage (UK)
09/03 – Dublin, Workmans Club (IE)
O Terno Rei chega à Europa em sua fase mais introspectiva e expansiva, consolidando “Nenhuma Estrela” como uma síntese madura de sua trajetória e um novo capítulo na música alternativa brasileira.





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