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“Novo Dia”: gusTTanu reflete sobre esgotamento e busca por sentido em nova fase

  • há 7 dias
  • 2 min de leitura

Faixa chega acompanhada de clipe que traduz a exaustão da rotina e o desejo de mudança.


Por Briel Araújo, para o Vivendo de Shows.


Depois de um período longe dos lançamentos, gusTTanu está de volta e de um jeito bem mais íntimo. O artista lançou o single “Novo Dia”, uma faixa que mergulha na sensação de rotina exaustiva, isolamento e na busca por sentido em meio à própria estabilidade.


Imagem do clipe
Imagem do clipe

Composta após um hiato de três anos, a música nasce de um momento de virada pessoal. A partir de uma base simples no violão, a faixa ganhou novas camadas em estúdio com produção de Filipe Bressan e Victor Fuentes, além da colaboração do guitarrista Lorenzo Flammia, resultando em uma sonoridade orgânica e carregada de emoção.


No centro da narrativa está uma pergunta que atravessa toda a canção: “Será mesmo que falta algo pra eu ser feliz?” Mais do que um questionamento, o verso funciona como ponto de ruptura o início de um processo de reconexão com quem se é de verdade.


“Novo Dia” marca justamente esse reencontro, um momento em que gusTTanu retoma a composição e resgata partes da sua identidade que tinham ficado pelo caminho. A faixa propõe uma reflexão direta: mesmo quando a vida entra no automático, ainda existe espaço para recomeçar.


O lançamento chega acompanhado de um videoclipe que amplia esse conceito. Dirigido por Filipe Bressan e gravado em Piúma (ES), o vídeo aposta na repetição como linguagem para traduzir a sensação de estagnação. As cenas seguem ciclos quase idênticos, reforçando a ideia de dias que se repetem sem avanço um retrato visual do confinamento emocional vivido pelo artista.


Sem grandes rupturas, o clipe constrói sua narrativa nos detalhes. Pequenas mudanças ao longo das cenas indicam que a transformação não acontece de forma brusca, mas começa com um incômodo e com a decisão de buscar algo diferente.


Mais do que um lançamento, “Novo Dia” chega como um convite à pausa e à reflexão. Um lembrete de que, às vezes, tudo o que precisa mudar é o ritmo para que a gente volte a se reconhecer no próprio caminho.

 
 
 

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